Palavra no original CC BY
Ἦσαν (eimi)
1. era, estava
2. havia, existia
δὲ (de)
1. mas, porém (contraste fraco, bem menos forte que ἀλλά)
2. e, ora, então (apenas liga e faz a narrativa avançar; muitas vezes o português a deixa sem tradução)
Nunca abre a oração: aparece na segunda posição, depois da primeira palavra.
ἐν (en)
1. em, dentro de, no meio de (posição no espaço; rege sempre o dativo)
2. em, durante, no tempo de
3. com, por meio de (instrumento ou meio)
4. em, unido a (esfera ou estado: em Cristo, na luz, no Espírito)
κατὰ (kata)
1. preposição com genitivo: para baixo de, de cima de; contra.
2. com acusativo: segundo, conforme; ao longo de, por; distributivo, cada.
τὴν (o)
1. artigo definido: o, a, os, as. O grego o usa em lugares onde o português não usa, como diante de nomes próprios e de abstratos, e o omite onde o português o exigiria.
2. substantiva o que vem depois: com particípio, infinitivo ou expressão inteira, transforma o conjunto num substantivo, como em ὁ πιστεύων, o que crê.
3. em construções antigas funciona como pronome: ὁ δέ, e ele; οἱ μέν... οἱ δέ, uns... outros.
οὖσαν (eimi)
1. sendo, que é
2. estando, que está
3. que era, que estava, quando o particípio depende de verbo no passado
ἐκκλησίαν (ekklēsia)
1. assembleia, reunião de pessoas convocadas
2. a igreja de um lugar: os cristãos de uma cidade ou de uma casa
3. a igreja como o conjunto de todos os que creem
4. na Septuaginta e em Atos 19, simplesmente a assembleia dos cidadãos, sem sentido religioso
προφῆται (prophētēs)
1. profeta, aquele que fala em nome de Deus
2. com artigo, o Profeta esperado, o anunciado em Deuteronômio 18,15
3. os Profetas, a seção da Escritura
καὶ (kai)
1. e (liga palavras, orações e períodos)
2. também, igualmente
3. até mesmo, inclusive (valor enfático)
4. e contudo, e no entanto (quando o que vem depois contraria o que veio antes)
διδάσκαλοι (didaskalos)
1. mestre, professor, quem ensina.
2. como tratamento dirigido a Jesus: Mestre, equivalente grego de Rabi.
ὅ (o)
1. artigo definido: o, a, os, as. O grego o usa em lugares onde o português não usa, como diante de nomes próprios e de abstratos, e o omite onde o português o exigiria.
2. substantiva o que vem depois: com particípio, infinitivo ou expressão inteira, transforma o conjunto num substantivo, como em ὁ πιστεύων, o que crê.
3. em construções antigas funciona como pronome: ὁ δέ, e ele; οἱ μέν... οἱ δέ, uns... outros.
τε (te)
1. partícula enclítica de ligação: e, também. Liga com mais aperto que καί, e no par τε... καί corresponde a tanto... como.
καὶ (kai)
1. e (liga palavras, orações e períodos)
2. também, igualmente
3. até mesmo, inclusive (valor enfático)
4. e contudo, e no entanto (quando o que vem depois contraria o que veio antes)
ὁ (o)
1. artigo definido: o, a, os, as. O grego o usa em lugares onde o português não usa, como diante de nomes próprios e de abstratos, e o omite onde o português o exigiria.
2. substantiva o que vem depois: com particípio, infinitivo ou expressão inteira, transforma o conjunto num substantivo, como em ὁ πιστεύων, o que crê.
3. em construções antigas funciona como pronome: ὁ δέ, e ele; οἱ μέν... οἱ δέ, uns... outros.
καλούμενος (kaleō)
1. chamar, convocar
2. dar nome a, denominar
3. convidar
καὶ (kai)
1. e (liga palavras, orações e períodos)
2. também, igualmente
3. até mesmo, inclusive (valor enfático)
4. e contudo, e no entanto (quando o que vem depois contraria o que veio antes)
ὁ (o)
1. artigo definido: o, a, os, as. O grego o usa em lugares onde o português não usa, como diante de nomes próprios e de abstratos, e o omite onde o português o exigiria.
2. substantiva o que vem depois: com particípio, infinitivo ou expressão inteira, transforma o conjunto num substantivo, como em ὁ πιστεύων, o que crê.
3. em construções antigas funciona como pronome: ὁ δέ, e ele; οἱ μέν... οἱ δέ, uns... outros.
τε (te)
1. partícula enclítica de ligação: e, também. Liga com mais aperto que καί, e no par τε... καί corresponde a tanto... como.
Ἡρῴδου (ērōdēs)
1. Herodes, nome próprio masculino
τοῦ (o)
1. artigo definido: o, a, os, as. O grego o usa em lugares onde o português não usa, como diante de nomes próprios e de abstratos, e o omite onde o português o exigiria.
2. substantiva o que vem depois: com particípio, infinitivo ou expressão inteira, transforma o conjunto num substantivo, como em ὁ πιστεύων, o que crê.
3. em construções antigas funciona como pronome: ὁ δέ, e ele; οἱ μέν... οἱ δέ, uns... outros.
καὶ (kai)
1. e (liga palavras, orações e períodos)
2. também, igualmente
3. até mesmo, inclusive (valor enfático)
4. e contudo, e no entanto (quando o que vem depois contraria o que veio antes)
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